“Pela liberdade de investigação”

Na sequência de anos de investigação detalhada, complementada por uma atividade de abertura a contributos externos através de um blog, Sérgio Denicoli, membro desta equipa, defendeu com mérito a sua tese de Doutoramento sobre a implantação da TDT em Portugal.
O que ali descreve em detalhe mostra-nos que o regulador, a Anacom, se comportou como um organismo capturado pela PT, algo que a organização Transparency Internacional diz ser ‘uma prática de corrupção’.
Sérgio Denicoli disse isto na apresentação do seu trabalho e disse isto aos jornalistas que o abordaram.
Foi, de imediato, ameaçado com processos judiciais pela PT (em primeiro lugar) e pela Anacom (em segundo). Foi ainda (em terceiro) alvo de uma absolutamente inédita declaração do presidente formal do júri que o aprovou por unanimidade como Doutor em Ciências da Comunicação .

Esta sucessão de eventos mereceu já reações várias.
Neste blog – que se solidariza por inteiro com o Sérgio Denicoli – deixamos um texto assinado esta noite pelo Manuel Pinto num outro espaço, justificando o apelo a uma mobilização mais ampla contra as tentativas de condicionamento da investigação académica.

“Apoio esta petição porque entendo não ser aceitável condicionar a investigação a não ser ao rigor do método científico e à verdade permanente procurada.
Porque entendo que os cientistas (e poderia dizer também os jornalistas e outros profissionais que contribuem para o conhecimento do mundo em que vivemos) não se podem alhear dos problemas dos seus concidadãos.
Porque hoje os investigadores, ainda que fazendo trabalho autónomo e original, como é suposto num doutoramento, trabalham em equipas e os resultados alcançados devem ser assumidos pelas equipas, pelos centros de investigação e pelas instituições de que esses centros fazem parte.
Integrei o júri do Sergio Denicoli, li com atenção o trabalho que apresentou e achei-o teorica e metodologicamente bem fundamentado e com resultados que são relevantes para compreender o que se tem passado no país relativamente à TDT, custe a quem custar, e até mesmo para equacionar o que se poderá fazer no futuro [Deste ponto de vista, julgo que a RTP também não sai bem do estudo que originou esta polémica, ainda que seja por omissão].
A verdade é que do estudo intenso e da participação activa nos debates, Sérgio Denicoli, que veio para Portugal estudar, tendo no Brasil uma carreira jornalística promissora na Globo, é hoje um dos poucos especialistas sobre a televisão digital terrestre em Portugal, do ponto de vista das políticas públicas.
Assim, ele veio do Brasil, fez entre nós o mestrado e o doutoramento, teve uma bolsa da FCT e devolveu ao país tanto ou mais do que aquilo que o país lhe deu. O Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho só pode estar-lhe grato pelos territórios novos que abriu no seu seio, visível nos artigos e livros de que é autor.
Mas este não é só um caso individual: mal iríamos se os investigadores começassem a medir as consequências e os riscos de eventuais choques com poderes instalados, quando definem as suas problemáticas de pesquisa. A auto-censura como forma de antecipar a censura e a perseguição posteriores seria uma ruína para a ciência, para a academia e para o país. Por isso é preciso assinar esta petição e convidar outros cidadãos a fazê-lo também.”

Para assinar a petição, clicar AQUI.

Comunicação e Sociedade, vol. 21

A revista do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade deixou, este ano, de publicar-se em papel passando, agora, a estar disponível apenas em formato digital.
O volume inaugural desta nova etapa na já longa vida da publicação foi coordenado por Zara Pinto Coelho e por Silvana Mota Ribeiro e tem o título genérico: “Género e Heterossexualidade – Discursos e Imagens na Publicidade e nos Media”.
Está disponível para download AQUI.

Luís António Santos

SOPCOM interpela o Governo

A Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM) e os centros de investigação com atividades de pesquisa nesta área científica interpelaram o governo sobre o futuro da investigação em Portugal. São sobretudo três as preocupações dos representantes destas unidades, que se reuniram na Universidade do Minho, em Braga, há duas semanas: as mudanças no modelo de financiamento da ciência recentemente anunciadas, a reformulação das áreas científicas e a desvalorização da Língua Portuguesa como língua de produção e divulgação de conhecimento.

Reunidos a convite da Direção da SOPCOM, representantes de todas as unidades de investigação em ciências da comunicação e da informação das universidades portuguesas refletiram sobre o futuro da ciência em Portugal e sobre os desafios que se colocam a esta área científica em particular. Deste encontro resultou um documento interpelativo que a SOPCOM dirigiu em nome de todos os centros de investigação à Secretária de Estado da Ciência.

Com o objetivo de alargar o debate sobre as interrogações que se colocam a esta área científica depois das alterações anunciadas recentemente em matéria de financiamento e de organização das unidades de investigação, os centros de investigação em ciências da comunicação e da informação e a SOPCOM tornam pública esta tomada de posição, divulgando amplamente o documento dirigido ao governo que pode ser lido aqui.

Já noticiado pelo jornal PÚBLICO.

Madalena Oliveira

Carlos Fino na Universidade do Minho

Carlos Fino é o convidado para assinalar o encerramento do ano letivo do Mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade do Minho. O jornalista vai conversar com os estudantes sobre ‘o valor da informação e da imagem na era dos média digitais’, numa sessão marcada para a próxima terça-feira, dia 26 de junho, às 18h00 (sala de atos do ICS).

Carlos Fino foi jornalista da RTP durante vários anos, órgão para o qual trabalhou nomeadamente como correspondente de Moscovo. Foi também apresentador do Telejornal da televisão pública nos anos 1980 e do Jornal 2 (RTP2) já nos anos 2000. Nos últimos oito anos, foi conselheiro de imprensa da embaixada de Portugal em Brasília (Brasil).

Para além da vasta experiência de jornalista (em vários jornais nacionais, numa agência noticiosa soviética e na TV pública) e de assessor de imprensa, Carlos Fino é também autor do livro A Guerra em Directo, um relato dos dias e das horas mais dramáticas que viveu como jornalista em três palcos de guerra, no Afeganistão, em Israel e no Iraque.

Madalena Oliveira

A Regulação dos Média em PT – 3 novos e-Books

No decurso do primeiro dia da Jornada de Doutorandos em Ciências da Comunicação e Estudos Culturais foram hoje apresentados, na Universidade do Minho, três ebooks elaborados no âmbito do Projeto de Investigação “A Regulação dos Media em Portugal: o Caso da ERC”.
As obras intituladas A Regulação dos Media na Europa dos 27, Cronologia da Actividade da ERC (2005-2011) e Digital Communication Policies in the Information Society Promotion Stage foram formalmente apresentadas por Helena Sousa e Moisés de Lemos Martins e estão, a partir de agora, disponíveis AQUI.

Luís António Santos

Primeira fase de inscrições na Escola de Verão da SOPCOM termina amanhã

Amanhã, dia 31 de Maio de 2012, termina a primeira fase de inscrições na Escola de Verão da SOPCOM (Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação), subordinada ao tema “Metodologias de Investigação em Ciências da Comunicação”.

A iniciativa decorrerá no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP), em Lisboa, nos dias 9 a 13 de Julho.

Os preços da inscrição são os seguintes:

Inscrição até dia 31/05/2012

Alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos de Estudos – 75 Euros

Investigadores, Profissionais e Outros – 100 Euros

Inscrição após 31/05/2012

Alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos de Estudos – 125 Euros

Investigadores, Profissionais e Outros – 150 Euros

A inscrição é feita online no site do evento, após a qual o participante recebe um e-mail de confirmação.

Mariana Lameiras

Políticas para a comunicação digital – e-book

Já está disponível o e-book “Digital Communication Polices in the Information Society Promotion Stage”, editado por Sérgio Denicoli e Helena Sousa, investigadores do CECS e colaboradores deste blog.
Os artigos foram escritos por investigadores de Portugal, Reino Unido, Brasil, Grécia, Irlanda, Itália e Polónia. Entre os temas abordados estão a TV digital e Web TV, rádio digital, educação e cinema.
O download pode ser feito gratuitamente AQUI

Doutoramento em Ciências da Comunicação – candidaturas

Abrem, na próxima segunda-feira (21 de Maio), as candidaturas ao Curso de Doutoramento em Ciências da Comunicação da Universidade do Minho para o ano lectivo 2012/2013.

Actualmente com 110 alunos inscritos, o Programa de Doutoramento em Ciências da Comunicação abre, este ano, mais 20 vagas para estudantes nacionais e estrangeiros, recomendando vivamente que os estudantes que precisam de visto se candidatem na primeira fase de candidaturas que agora arranca.
Com cerca de duas dezenas de possibilidades de áreas de especialização, a edição 2012/2013 tem a novidade de permitir a dispensa da componente lectiva aos estudantes que têm percursos relevantes em termos de publicação científica.
Tal como tem acontecido no passado, o Curso de Doutoramento visa potenciar investigação científica original e capaz de dar resposta às necessidades de pesquisa fundamental e aplicada com particular incidência no país e no mundo Lusófono e ibero-americano. Os estudantes externos a estas áreas culturais terão acompanhamento tutorial nas respectivas línguas.

Um Dia com os Média

Convocar os cidadãos e a sociedade para refletir sobre os papel e o lugar dos media nas suas vidas é o objetivo da Operação Um dia com os Media, projeto que irá decorrer no próximo dia 3 de maio, dia mundial da liberdade de imprensa, com múltiplas iniciativas por todo o país.
Esta Operação surge num tempo em que as tecnologias e plataformas digitais permitem, como nunca, que os cidadãos se exprimam no espaço público, fazendo por isso sentido que o olhar crítico e participativo relativamente aos media seja, ele próprio, um exercício de liberdade.

Promovida pelo Grupo Informal sobre Literacia para os Media, esta operação congregará um vasto e variado conjunto de atividades concebidas e realizadas pelas mais diversas instituições, tais como bibliotecas, meios de comunicação, escolas, instituições do ensino superior, grupos de alunos, centros de investigação e formação, associações, universidades de seniores, movimentos, igrejas, autarquias e outras, glosarão o mote Um dia com os media: Que significado têm os media na nossa vida e como poderiam tornar-se mais relevantes?
São diversas as ações programadas, como sejam, programas de rádio e televisão, conferências, mostras, concertos, debates, projeção de filmes, concursos escolares, ações de formação, jogo lúdicos, ações de rua, entre outras.
A lista completa de ações pode ser consultada AQUI.

Toda a informação sobre a Operação pode ser encontrada AQUI.

Grupo Informal sobre Literacia para os Media

O Grupo Informal sobre Literacia para os Media é uma plataforma que reúne entidades públicas com missões no domínio da literacia para os media, sendo presentemente constituído por: Comissão Nacional da UNESCO, Conselho Nacional de Educação, Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e Universidade do Minho – Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade.
Entre os muitos projetos desenvolvidos pelo Grupo, importa destacar o Portal da Literacia para os Media e o Congresso “Literacia, Media e Cidadania”, do qual resultou a “Declaração de Braga”.

Primeira edição da Escola de Verão da SOPCOM

O Grupo de Trabalho de Jovens Investigadores em Ciências da Comunicação da SOPCOM organiza a Escola de Verão da SOPCOM, que pretende ser uma iniciativa regular e de referência na área. O site do evento está disponível em http://www.escoladeverao.sopcom.pt/.

Subordinada ao tema “Metodologias de Investigação em Ciências da Comunicação”, a Escola decorrerá de 9 a 13 de Julho no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP). Com a participação de conceituados investigadores na área, o programa conta com sessões que abordam os mais diversos métodos de investigação, nomeadamente a realização de inquéritos, a análise crítica do discurso, a análise de redes, entre outros.

Programa científico detalhado

– 9 de julho

[Sessões inaugurais e Sessões sobre Inquéritos e Sondagens de Opinião Pública]

– 10 de julho

[Sessões sobre Metodologias Qualitativas e Análise da Imagem]

– 11 de julho

[Sessões sobre Análise de Conteúdo e Análise de Redes]

– 12 de julho

[Sessões sobre Análise dos Discursos Jornalístico e Publicitário]

– 13 de julho

[Sessão sobre software MAXQDA e Conferência Final]

Moisés de Lemos Martins presidente da CONFIBERCOM

O presidente da Sociedade Portuguesa de Ciências da Comunicação e diretor do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Moisés de Lemos Martins, foi ontem eleito Presidente da CONFIBERCOM – a Confederação Ibero-americana das Associações Científicas e Académicas de Comunicação.
Com uma equipa que representa a maior parte das associações federadas nesta organização, Moisés de Lemos Martins sucede a Margarida Kunsch, que substituiu interinamente o primeiro presidente eleito, José Marques de Melo.
As eleições tiveram lugar no dia 13 de abril, durante a Assembleia Geral da CONFIBERCOM, que se reuniu em Quito, no Equador, por ocasião do I Fórum Integrado de Comunicação Ibero-americana.

Como dar sentido ao jornalismo?

Analisar o presente e o futuro do jornalismo nas sociedades contemporâneas é o propósito essencial de um debate que terá lugar no próximo dia 17 de Abril (terça-feira), às 14h30, no Auditório do Instituto de Educação (IE) da Universidade do Minho (UM), em Braga.

Subordinado ao tema “Como dar sentido ao Jornalismo?”, o debate procura juntar jornalistas, investigadores, docentes e estudantes de jornalismo, bem como cidadãos interessados, qualquer que seja a sua proveniência. A iniciativa, semelhante a outras que se têm realizado em diversas universidades do país, culminará com a elaboração de uma Carta de Princípios do Jornalismo em Portugal, assente nos diferentes contributos e reflexões recolhidos.

O debate na Universidade do Minho / Braga decorre no âmbito das jornadas anuais do Grupo de Alunos de Ciências da Comunicação (GACCUM) e contará com as participações de Adelino Gomes (jornalista), Gustavo Cardoso (investigador), Carlos Daniel (jornalista), Isabel Margarida Duarte (professora universitária) e João Gonçalves (estudante de jornalismo), além de docentes de Jornalismo da própria UM – Joaquim Fidalgo, Luís António Santos e Manuel Pinto.

Esta realização inscreve-se num projecto mais vasto, intitulado “Projecto Jornalismo e Sociedade” (PJS), lançado por uma equipa de investigação do CIES-IUL – Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE-IUL, Instituto Universitário de Lisboa, e que conta com os apoios das Fundações Gulbenkian, EDP e FLAD. Coordenado por Gustavo Cardoso (presidente do Obercom) e Adelino Gomes (jornalista), o projecto congrega, no seu Conselho Consultivo, representantes das principais universidades portuguesas onde se ensina Jornalismo e dos mais relevantes órgãos de Comunicação Social nacionais.

Aberto à participação de todos os interessados, este debate é uma organização conjunta do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) – Instituto de Ciências Sociais (ICS), e do Grupo de Alunos de Ciências da Comunicação (GACCUM) da Universidade do Minho.

O Fórum poderá também ser acompanhado à distância: através do browser ou  através de um media player.

“Explicar um blog não era fácil”

Depoimento de Elisabete Barbosa, Diretora de Comunicação e Projetos, uma das fundadoras do blog:

Criar e manter um blog há 10 anos atrás era uma tarefa bastante mais difícil do que é hoje. Não existiam os serviços atuais, não era possível utilizar imagens facilmente e os sistemas de comentários tinham que ser integrados no blog (pelo menos para os utilizadores do Blogger).
Mas também era mais interessante e divertido. Conhecia-se toda a blogosfera portuguesa e ainda era possível acompanhar facilmente o movimento nos EUA e no Brasil. Cada novo blog português era celebrado por toda a comunidade e as notícias sobre cada “nascimento” entusiasticamente divulgadas por outros bloggers.
Estejam ou não moribundos, os blogs foram percursores importantes do atual panorama das redes sociais. Foram os primeiros sistemas de auto-publicação, um grande passo para a democratização da Internet, o momento em que deixou de ser necessário conhecer linguagens de programação para poder publicar.
Para mim, no entanto, a principal diferença entre manter um blog hoje e há 10 anos não está na tecnologia ou no conhecimento do meio. Reside no facto de, atualmente, não ser necessário estar constantemente a explicar o que é um blog. É que não era fácil.
Parabéns ao Jornalismo e Comunicação e a toda a equipa.

Política científica em debate

A SOPCOM – Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação vai representar Portugal no I Fórum Iberoamericano de Comunicação, nos dias 11, 12 e 13 de abril, em Quito, no Equador, para apresentar um estudo sobre política científica em Comunicação em Portugal. 

Imagem

Refletir sobre o percurso das Ciências da Comunicação como área de conhecimento é o principal objetivo deste Fórum constituído no ano passado em São Paulo, por iniciativa da CONFIBERCOM – Confederação Iberoamericana de Associações de Ciências da Comunicação. Estruturado em três eixos principais, este encontro tem o intuito de problematizar a pós-graduação, a publicação em revistas científicas e a política científica nesta área de conhecimento em particular.

A delegação portuguesa neste fórum vai apresentar os dados preliminares de um estudo que fez o levantamento das 148 teses de doutoramento defendidas nesta área em Portugal entre 1990 e março de 2012 e analisou os 15 cursos que atualmente conferem o grau de doutor em Comunicação nas universidades portuguesas. Estimando que estarão em preparação cerca de três centenas de dissertações, este relatório patrocinado pela SOPCOM – Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação revela ainda que, em 11 anos, a Fundação para a Ciência e a Tecnologia financiou 75 projetos coletivos de investigação científica e desenvolvimento tecnológico.

Com cursos de graduação de Norte a Sul do país (ainda que com especial concentração no litoral), quatro centros de investigação em Comunicação, pelo menos seis revistas científicas em papel (e oito online) e uma numerosa rede de jovens investigadores, o domínio das Ciências da Comunicação em Portugal é hoje, defendem os autores do relatório, um terreno fértil e de grande produtividade. Ainda assim, ao Equador os investigadores portugueses vão também apresentar os desafios que hoje se impõem ao campo: o desafio de auto-reflexividade e de afirmação no seio das ciências sociais e humanas; o desafio da sustentabilidade; o desafio da internacionalização e o desafio associativo.

Nota: sou coautora do relatório. 

Regulação dos Média em Portugal e na Europa

Nos dias 24 e 25 de Fevereiro, teve lugar o Seminário “Media Regulation: National and International Debates” no Museu Nogueira da Silva, Universidade do Minho, Braga.
Durante dois dias, a equipa do projecto de investigação “A Regulação dos Média em Portugal: O Caso da ERC” (CECS/FCT) esteve reunida num encontro que serviu para fazer o balanço do trabalho realizado até ao momento.
Estiveram presentes os consultores do projecto (Divina Frau-Meigs, Hannu Nieminen, José Manuel Paquete de Oliveira, Josef Trappel, José Rebelo, Tarlach McGonagle) e investigadores convidados que estão a colaborar no projecto: Alessandro D’Arma, Manuela Grünangerl, Laura Bergés e Núria Reguero.
Para além da análise detalhada do trabalho realizado pela equipa, o seminário centrou-se no desenvolvimento de um modelo de análise comparativa para a regulação dos media na Europa.