Há proletarização do jornalismo em Portugal?

Sob o título “La proletarización del periodismo”, escrevia Irene Lozano no site El Cuarto Poder (blog Casi Desnuda):

“Un alto directivo de uno de los cuatro principales diarios nacionales de Madrid me contaba el otro día que cuando él empezó como redactor en esta profesión, hace 30 años, ganaba 96.000 pesetas. Además tenía un ordenanza que le hacía fotocopias y un chófer que le llevaba a las ruedas de prensa. Cuando yo firmé mi primer contrato, hace quince años, me pagaban 180.000 pesetas: las cosas mejoraban. Entonces se abonaban a los redactores los taxis para ir a cubrir las informaciones, aunque las fotocopias eran de autoservicio. Ahora, a la gente que empieza, le pagan en muchos casos 500 o 600 euros. Si no van a dedo a las ruedas de prensa, deben de estar a punto, aunque aún hay otro sistema más barato: que no salgan a hacer información (…)”. [ler a continuação do post: AQUI]

Não há muitas dúvidas de que a situação em Portugal não é muito diferente da espanhola e, se o for, não será certamente melhor. É necessário conhecer casos e situações que nos dêem esse ‘vivido’ e esse ‘sofrido’ das redacções. Aceitam-se comentários ou mesmo depoimentos mais desenvolvidos, enviados por mail [ver contactos na cabeça “Quem somos”, deste blog] em resposta a questões como estas:

  • 1. Considera haver uma verdadeira proletarização do jornalismo, no nosso país?
  • 2. Como se manifesta essa proletarização (casos, situações…)?
  • 3. Trata-se de uma tendência recente ou de longa duração?
  • 4. Como agir perante a situação?