“The New York Times”: mais cedo ou mais tarde…

“End Times”. Fim de The New York Times? É sobre esse cenário que Michael Hirschorn reflecte na revista The Atlantic deste mês. As finanças do jornal estão em estado crítico, a circulação recua, a publicidade desce (ontem mesmo começou a inserir anúncios na primeira página).
O registo – algo dramático – de Hirschorn pode ver-se neste trecho:

“Regardless of what happens over the next few months, The Times is destined for significant and traumatic change. At some point soon—sooner than most of us think—the print edition, and with it The Times as we know it, will no longer exist. And it will likely have plenty of company2.

3 thoughts on ““The New York Times”: mais cedo ou mais tarde…

  1. É um artigo pertinente e interessante. Gostei sobretudo desta dica, tão actual nos nosso tempos e, fatalmente, na nossa imprensa, também tão dependente das rubricas de consumos, estilos, viagens ou outros “extras”:

    “But it has gradually hollowed out journalism’s brand, by making the newspaper feel disposable. The fluff is more fun to read than the loss-leading reports about starvation in Sudan, but it isn’t the sort of thing you miss when it’s gone.”

  2. Muito interessante essa notícia…
    Acho que esse fato já era esperado.
    Tanto com o The New York Times, como em todos os outros meios clássicos de comunicação.
    Talvez a explicação disto seja que, os publicitários e seus clientes estão cientes que anunciar em jornal, radio, outdoor e até TV não está mais dando tanto retorno tanto financeiro como de recall.
    A grande mídia da vez é guerrilha. Essa mídia está se destacando entre a poluição visual, e gerando sempre um comentário entre as “vizinhanças”.

    Parabéns pela matéria.

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