Vestígio de uma passagem por São Paulo

Na semana que passou tive ocasião de participar no 6º Encontro Nacional da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em jornalismo, que decorreu, desta vez, na Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo. Uns dias muito ricos de contacto e intercâmbio com membros de uma jovem organização que reúne do que de melhor se produz daquele lado do Atlântico, no campo dos estudos jornalísticos.

Uma experiência realizada por Alex Primo, via Twitter, com a colaboração de Gabriela Zago e Laura Storch, duas estudantes que com ele trabalham, deu um resultado que pode ser visto aqui.

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O riso e o pranto perante o mundo

Confesso que a primeira propriedade do riso é o risível; e digo que a maior impropriedade da razão é o riso. O riso é o sinal do racional; o pranto é o uso da razão.
Quem conhece verdadeiramente o mundo, precisamente há-de chorar; e quem ri, ou não chora, não o conhece.
Que é este mundo senão um mapa universal de misérias, de trabalhos, de perigos, de desgraças, de mortes?
E à vista deste teatro imenso, tão trágico, tão lamentável, que homem haverá (se acaso é homem) que não chore?
Se não chora, mostra que não é racional, e se ri, mostra que também as feras são capazes de rir.

Padre António Vieira, 1674
Citado no Público de ontem por João Bénard da Costa