O lugar da imprensa diária

Um acto eleitoral crispado e “suado”, como o que a Espanha acaba de viver, é um laboratório interessante para analisar o papel dos jornais. Dois exemplos de duas maneiras de estar: uma, velha, que se esquece que anuncia aquilo que todos já conhecem. Funciona como um ritual de reconhecimento e auto-satisfação. Outra, nova, talvez mais no rasgo estético do que no jornalístico. Funciona como “framing” interpretativo, com poderosa mensagem subliminar.

O velho ……………………………………. e o novo
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E, já que estamos em maré eleitoral, mais um caso: uma primeira página, do “dia de reflexão”, que se assume como provocação e desconstrução, num tempo em que o “recolhimento” mediático já pouco sentido faz.
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(Mais primeiras páginas e páginas de interior em La Buena Prensa)