Ainda o ‘sucesso’ da Cimeira UE-África

A Cimeira UE-África, realizada no início deste mês em Lisboa foi-nos apresentada por uma boa parte dos media como um sucesso (nomeadamente da presidência portuguesa). Ao reatar-se um diálogo há anos interrompido tê-lo-á sido. Mas fica a pergunta: o gesto de ruptura do presidente do Senegal, Abdoulaye Wade, a propósito dos APE (Acordos de Parceria Estratégica) terá sido um mero episódio menos agradável ou, como pensa e defende I. Ramonet, no editorial de Le Monde Diplomatique de Janeiro, um fracasso para a Europa e uma vitória para África? Perguntando sobre o mesmo assunto, mas de uma outra perspectiva: como estamos a ser informados sobre a actualidade africana?

Anúncios

Chegou a vez das baterias?

Que tal uma bateria demorar 20 horas a descarregar, em vez de duas ou três? É aparentemente o que se perspectiva.

Uma das coisas mais estranhas sobre as quais seguramente já muitas vezes nos interrogámos diz respeito à curta duração das baterias. Com tantos progressos na velocidade da circulação de dados ou da miniaturização do hardware, como compreender o imobilismo no que à alimentação de energia off line diz respeito? Que são, afinal, duas ou três horas de autonomia de grande parte das baterias que temos de utilizar?
Pois bem: parece que se desenham novidades sobre o assunto. Está em desenvolvimento uma bateria de silício (em vez de carbono) que poderá alterar substancialmente o panorama actual. Resta aguardar pelos resultados das investigações em curso na Universidade de Stanford, nos EUA.