Verdade irrefutável e bons jornalistas…

«Mas agora, que aos editores e jornalistas se pede que certifiquem a verdade não apenas de relatos, mas também de imagens dos cada vez mais numerosos “cidadãos-jornalistas”, ter bem presentes as armadilhas do que é apresentado como “verdade irrefutável” é tão fundamental como difícil. Contudo, é isso que, no futuro, fará a diferença: no mar de “informações” que circularão por todo o tipo de plataformas digitais, os bons jornalistas e a boa imprensa funcionarão como a referência que os cidadãos procurarão. Nessa altura, terá de se separar o trigo do joio…»
José Manuel Fernandes, Público

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“O que é nacional é bom”?

A programação televisiva produzida em Portugal representou, nos primeiros nove meses deste ano, cerca de 56 por cento da programação dos canais de sinal aberto, segundo dados da Mediamonitor da Marktest (acesso mediante registo).
Os 56 por cento correspondem a 12 628 horas de programas num total de 22 503 horas de programação emitida pela RTP1, RTP2, SIC e TVI (excluindo publicidade e espaços de autopromoção).
No entanto, analisada do ponto de vista da atenção que a audiência lhe dedicou, essa produção representou perto de dois terços da programação consumida.
A tendência dos últimos anos aponta no sentido do reforço crescente da produção portuguesa.
Excelente seria se se aplicasse aqui o conhecido slogan “o que é nacional é bom”.


Origem da programação