Jornais e jornalismo em 2020

Jeff Jarvis transcreve no seu blogue Buzzmachine o texto de uma comunicação que fez há dias para a Associação Mundial de Jornais. Intitula-se “Newspapers in 2020” e sugiro a leitura.
Primeiro, uma das ideias centrais:

“I’ll argue that a newspaper isn’t even a product. Journalism is a service, a process, an organizing principle. And thanks to the technology that some think is a threat to newspapers – namely, the internet – that service can now expand in so many ways, turning a newspaper into something new and something more – at a lower cost. So rather than asking what a newspaper will be, I think we should ask what a news organization’s relationship with its community can be”.

Depois, algumas linhas de resposta sobre o que fazer:

  • “Well, first, we have to assure that news organizations survive, and to do that we must exploit the new efficiencies made possible by the internet, by the new architecture of news in the era of the link. We need to do what we do best and link to the rest. And what do we do best? Report, of course”.
  • “So how do we make sufficient revenue in the future? I argue that we need to operate advertising networks, finding and selling the best of what exists both within and without of our walls and sites. (…) So by 2020, I predict, the surviving news organizations will be built on large and efficient advertising networks. They will place advertising not only on the content they create but, in far greater volume, on the content others create. This means they need to encourage others to create more quality content.
  • That, I argue, is the key strategic challenge for newspapers: how to gather more and produce less, how to enable others to produce more content so we can build a larger network around them. This reduces our cost while increasing content for our communities. It also reduces our cost while increasing our potential for revenue. So we become networks of content and content creators”.
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Notas de acesso aos cursos de Ciências da Comunicação

Foram ontem conhecidos os resultados da primeira fase do acesso ao Ensino Superior Público. Relativamente aos cursos de Ciências da Comunicação e afins, as classificações do último aluno colocado em cada curso são as seguintes:

Universidades

16,50 – Ciências da Comunicação – Univ. Nova Lisboa
16,16 – Ciências da Comunicação – Univ. Porto
15,22 – Ciências da Comunicação – Univ. Minho
15,05 – Ciências da Comunicação – ISCSP-Lisboa
13,73 – Jornalismo – Univ. Coimbra
13,42 – Com., Cultura e Organizações – Univ. da Madeira
13,24 – Ciências da Comunicação – Univ. Trás-os-Montes
13,04 – Ciências da Comunicação – Univ. Algarve
12,20 – Novas Tecnologias da Comunicação – Univ. Aveiro
11,83 – Ciências da Comunicação – Univ. Beira Interior
11,53 – Comunicação Social e Cultural – Univ, Açores

Ensino Superior Politécnico

15,35 – Jornalismo – I. P. Lisboa
15,34 – Comunicação e Design Multimédia – I.P. Coimbra
14,91 – Comunicação Social – I. P. Coimbra
12,32 – Comunicação Social – I. P. Viseu
12,18 – Comunicação Social – I. P. Setúbal
12,04 – Comunicação Social – I. P. Tomar
10,81 – C. Social e Educação Multimédia – I.P. Leiria
10,71 – Jornalismo e Comunicação – I.P. Portalegre

Vale a pena dar um salto ao Ponto Media, para ver um trabalho de António Granado que apresenta um gráfico com a evolução destes resultados por cada uma das instituições, ao longo dos últimos anos.