Fim do “jornal guarda-chuva”

Photo Sharing and Video Hosting at PhotobucketO “jornal guarda-chuva” – aquele que pretendia responder a um amplo “mosaico de interesses específicos” tem os dias contados, na perspectiva do académico norte-amerciano Philip Meyer, cujo livro “The Vanishing Newspaper” acaba de ser traduzido para o português do Brasil, sob o título interrogativo “Os jornais podem desaparecer?”.

Apesar de tudo, o conteúdo do livro é mais assertivo do que o teor da capa escolhida pela editora brasileira Contexto, já que o autor chega a prever o fim dos jornais generalistas para o ano 2043.

Meyer sustenta que os projectos jornalísticos mais inovadores estão a ser criados por não-jornalistas, mas muitas vezes ao arrepio de “uma cultura de verdade e de justiça que possibilitou a predominância dos melhores órgãos de imprensa”. Mas “esse não é um problema intransponível”, desde que se seja capaz de “atrelar as novas tecnologias aos antigos valores”. Daí que o livro se assuma como um contributo para “salvar o jornalismo na era da informação” (como refere o subtítulo do livro).

Acesso no site da editora: Introdução e índice.

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