“A Casa Encantada” de Bénard da Costa

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Para mim, uma das razões pelas quais vale a pena comprar o Público ao domingo é a crónica de João Bénard da Costa. Com a de hoje, chegou à nº 200 e já lá vão quase cinco anos de ‘A Casa Encantada’. Motivo de agradecimento a José Manuel Fernandes, que o convidou a escrever no jornal e, evidentemente, ao próprio cronista, em quem a idade não significa velhice, mas sabedoria.

Hoje, além do motivo da ‘celebração’ das 200 crónicas e da sua já extensa trajectória de cronista de Imprensa (34 anos repartidos pelo Expresso, Diario de Notícias, O Independente e Público), o autor discorre à volta das versões da caixa de Pandora (“uma das mil formas de encantar a casa que supostamente me encantou”, diz Benard da Costa).