Assim vamos nós

Assim vamos nós: “mobilizados” para uma entrevista com o primeiro-ministro, que tem como motivo de expectativa não propriamente conhecer o que está ou não a ser feito para melhorar a qualidade de vida e a justiça social no país, mas para saber em que circunstâncias ele obteve (e geriu pública e politicamente) as suas qualificações académicas.

É este o país que temos.

3 thoughts on “Assim vamos nós

  1. Segundo o filtro dos assessores, a coisa não é só para falar disso. Eu até acredito que isso nem seja o leit-motiv…

  2. Permita-me discordar, humildemente, da sua opinião.
    Não está em causa o título do Primeiro-Ministro mas sim o seu carácter.
    Será que ele mentiu aos portugueses sobre o seu grau académico? Se ele mentiu é grave, penso eu.
    Penso que será importante reflectir sobre isso, independentemente do bom ou mau trabalho que esteja a fazer como Governante.
    Será também importante dizer que vivendo num país com uma sede de título académicos, onde quem não o tem parece que não tem nada.Quanto a mim, José Sócrates, poderia até ter a 4ª classe que a minha análise sobre o seu trabalho seria exactamente igual, agora não gosto de ver pessoas a fazerem-se passar por aquilo que não são, mentindo a toda a gente, e sendo essa pessoa o Primeiro-Ministro de Portugal ainda mais grave se torna.

  3. Sobre este assunto nada mais tenho a dizer do que escrevi no meu post “o Eng° Sócrates”:

    Muito se tem escrito nos últimos dias sobre as habilitações do actual Primeiro Ministro. Li hoje um artigo no Destak em que o autor concordava com o silêncio do Engenheiro (?) Sócrates no que diz respeito às suas habilitações literárias. Gostaria de lembrar ao autor desse artigo de opinião que em Portugal há muitos doutores sem o serem, mas que neste caso trata-se do Primeiro Ministro de Portugal e como tal, nós cidadãos deste País, temos o direito de saber quais são as habilitações literarias dos políticos eleitos com os nossos votos sejam eles quem forem. Se se querem remeter ao silêncio então devem deixar a política e quem sabe, dedicarem-se a outra profissão como por exemplo, a venda da banha-da-cobra mas desta vez na feira de Carcavelos.

    N.B. Este artigo não tem por objectivo denegrir os feirantes. Eu próprio já fui comerciante nas feiras de Carcavelos e Mem-Martins em 1990 e não me sinto diminuido por isso, antes pelo contrário.

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