“Não menosprezar a inteligência de cada ser humano”

” (…) é possível falar seja do que for sem ceder a qualquer forma de estupidez ou aviltamento. Não se trata de escolher entre ser “popular” e ser “erudito”. Aliás, tal oposição apenas tem servido para impor programações de crescente mediocridade. Trata-se, isso sim, de não menosprezar a inteligência de cada ser humano, incluindo, claro, o espectador”.

João Lopes, no Diário de Notícias

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