CECS – dois novos livros

O Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade acaba de editar, em parceria com a Campo das Letras, dois livros.
“Comunicação e Lusofonia – Para uma abordagem crítica da cultura e dos media”, editado por Moisés de Lemos Martins, Helena Sousa e Rosa Cabecinhas, é o trabalho que procura dar sequência aos debates surgidos durante a I Conferência Internacional sobre Comunicação e Lusofonia, que decorreu na Universidade do Minho em Outubro de 2005.
Este livro interroga a permanente reconstrução do conceito de lusofonia, bem como o papel da comunicação e dos media nessa reconstrução. Interroga também as políticas da língua no contexto do desenvolvimento da área cultural e comunicacional lusófona“, lê-se na apresentação.

“Marcas e Identidades”, da autoria de Teresa Ruão, resulta de uma adaptação da tese de Mestrado sob o título original “A Identidade de Marca. Análise das funções de representação e apelo no marketing das marcas – Um estudo de caso” e analisa uma das mais actuais temáticas do Marketing dos nossos dias – as estratégias de identidade de marca assentes nos princípios da interacção, relação e emoção – observando um caso particular, a Vista Alegre.
Em mercados cada vez mais abundantes e informados, as empresas consideram fundamental aumentar a proximidade com o consumidor, aspirando, no limite, a criarem “clientes vitalícios”. Para conseguirem um tal resultado, o Marketing advoga o desenvolvimento de relações de cumplicidade e afeição, num complicado jogo antropomórfico. Demonstrando os estudos no domínio do Marketing do Relacionamento que é possível retirar benefícios económicos do estabelecimento de relações de proximidade com os consumidores. E no desenvolvimento de uma tal estratégia, o conceito de identidade da marca surge destacado, enquanto dimensão que integra e projecta os valores da relação“, pode ler-se na contracapa.
Teresa Ruão é docente do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, desde 1995 e está, neste momento, a preparar uma tese de doutoramento, sobre “A identidade e a imagem das organizações. A Universidade do Minho em contexto. Um estudo de caso”.

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A hora de Herman … nos media

Herman José não se poderá queixar de que não teve a generalidade dos media a seus pés, nos últimos tempos e, muito especialmente nos últimos dias, a propósito do seu novo programa na SIC. Não houve sítio que não viesse dizer que agora é que vai ser: vem aí o verdadeiro Herman, o original, o de qualidade. Outros dizem que o problema está não no actor/apresentador, mas em nós que não sabemos apreciar o que temos. Enfim, outros, ainda, dão-lhe, pela última vez, a chance da redenção. Os media não tocaram as trombetas perfeitamente afinadas, mas tocaram que se fartaram à chegada do D. Sebastião do humor de tempos idos. Uma ajudinha sabe-lhe certamente bem.