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Leituras de uma realidade turbulenta Abril 11, 2008

Posted by Luis Santos in Economia, Imprensa, Internet, Jornalismo, Publicidade, Weblogs.
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Duas sugestões de leitura, ambas indicadoras do momento de agitação presente no jornalismo:

1. Financial Woes Now Overshadow All Other Concerns for Journalists

2. New study finds that newspaper blogs fail to increase public dialogue

Mulheres, media e publicidade Março 5, 2008

Posted by Manuel Pinto in Media, Publicidade.
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O Estaleiro Cultural ‘Velha-a-Branca’, em Braga, acolhe já a partir desta sexta-feira, a tertúlia “Onde estão as Simone de Beauvoir”, no âmbito da celebração do Dia Internacional da Mulher. Entre outras intervenções e iniciativas, destaca-se, nesse dia, a partir das 15.30, uma comunicação sobre “Mulheres e Média”, pela Prof. Zara Pinto Coelho, e, no dia seguinte, à noite, a intervenção sobre “Mulher na Publicidade”, pela Dra Silvana Mota Ribeiro. Ambas são docentes e investigadoras na Universidade do Minho.
Esta iniciativa surge no âmbito da promoção do Congresso Feminista 2008, que decorrerá nos dias 26, 27 e 28 de Junho de 2008, em Lisboa.

Como defender as marcas dos blogs Fevereiro 27, 2008

Posted by Luis Santos in Audiência, Comunicação, Economia, Media, Participação, Publicidade, Weblogs.
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Exactamente.
Exactamente assim.
Este é o destaque da revista especializada Meios&Publicidade, onde se afirma o seguinte:

As marcas estão agora mais expostas a ataques provenientes de blogues. Explicamos, num tema destacado na capa desta semana do M&P, que através de uma boa gestão, as marcas poderão tirar dividendos.

Como diz Paulo Querido o facto de alguém ter concebido um tema com este enfoque pensando, naturalmente, que ele agradaria aos seu grupo seleccionado de leitores sinaliza, de forma veemente, duas realidadas (ambas preocupantes):

1. Empresas (e empresários) haverá que entendem os seus potenciais clientes como ‘atacantes’, necessitando, portanto, de (novas) práticas de ‘boa gestão’ para voltar a poder ‘tirar dividendos’;

2. (alguns) Especialistas da comunicação estratégica continuam a pensar nos blogs como uma espécie de ‘episódio momentâneo de interferência’, coisa perturbadora, mas que se resolve…

A Optimus e os blogs Fevereiro 10, 2008

Posted by Luis Santos in Audiência, Comunicação, Economia, Publicidade, Weblogs.
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A campanha de mudança de imagem da Optimus foi uma operação gigantesca e abrangente - pré-anunciou-se (com teasers), anunciou-se de forma massiva no ‘dia D’ e mudou-se a imagem da empresa em todos os suportes de uma vez só. À boa maneira de quem vende - o que quer que seja - também esta foi anunciada como ‘a maior operação’ do género em Portugal.
Como geralmente acontece também, nem tudo terá agradado a todos.
Carlos Andrade foi - tanto quanto sei - um dos primeiros a escrever sobre o assunto com um tom ‘menos adequado‘ (se quisermos ver isto do ponto de vista da empresa).
O assunto teria ficado assim mesmo, não fosse dar-se o caso de, a dada altura, uma pesquisa no Google em Português com a expressão ‘nova optimus’ apresentar os dois posts do ‘Karlus’ no topo dos links não institucionais. O que se seguiu está muito bem explicado num post que se recomenda vivamente do próprio Carlos Andrade - curioso com o tipo de comentários que estavam a aparecer nos tais posts, resolveu averiguar e chegou em três tempos a uma ligação muito forte à agência responsável pela campanha - a EURO RSCG. (E o blog do Karlus não foi o único a merecer a atenção dos ‘bloggers anónimos’, tão rendidos às virtudes da campanha da empresa).
Há, neste exemplo, claramente duas observações distintas a fazer: a) os blogs já não são - à escala nacional - terreno dispensável numa operação deste tipo; b) a aproximação aos blogs não tomou em consideração o espaço individual e a sua identidade específica tratando tudo e todos de forma idêntica.
Há, em todo este caso, portanto, uma assombrosa dose de uma mistura explosiva - ingenuidade + soberba.
Escrevendo sobre o assunto, Paulo Querido, diz o seguinte:

As débeis tentativas de contra-marketing foram feitas de forma ingénua, tomando a blogosfera como um conjunto de imbecis sem meios de identificar a acção e se protegerem dela.
(…)
Não há massas na blogosfera nem comunicação vertical: há indivíduos que conversam. Ou se conversa com eles, ou não - a escolha é esta. Se se decide conversar, não se tratam todos por igual, dirigindo-se-lhes por tu e com uma linguagem infantil - sem reparar sequer que o blogger em questão tem mais de 30 anos, um ou dois graus académicos e alguns milhares de textos publicados.

Como refere ainda o Paulo Querido, um dos bloggers ‘atacados’ pelos anónimos, Bruno Ribeiro, rematou a sua experiência com um texto em que dá seis conselhos às empresas que queiram relacionar-se com blogs:

1. Se não conhece as regras do jogo, fique de fora a assistir.
2. Seja honesto e transparente.
3. Converse, não venda.
4. Relevância é a palavra-chave.
5. Os blogs não são mais um canal de marketing.
6. Respeite e será respeitado.

Sensato, não?

Os (ab)usos da publicidade Fevereiro 9, 2008

Posted by Joaquim Fidalgo in Jornalismo, Publicidade, Regulação, Ética.
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 A ERC acaba de publicar uma deliberação que procura ‘pôr alguma ordem’ no modo como as publicações periódicas vêm lidando com a publicidade.

Além de chamar a atenção para a legislação que proíbe as confusões entre espaço editorial e espaço publicitário (com particular destaque para esse género estranhíssimo que é a chamada ‘publireportagem’, uma típica contradição nos termos…), a deliberação pronuncia-se também contra “práticas publicitárias particularmente invasivas dos espaços jornalísticos“.

Estas, infelizmente, continuam a proliferar nos mais diversos meios e das mais bizarras formas. Como a da imagem aqui ao lado, patente há alguns dias (21 de Janeiro de 2008, p. 5) no Público. O suposto trocadilho com os dizeres do anúncio - “break away” -  vai , de facto, muito longe, quebrando a meio uma notícia de apenas duas dúzias de linhas!

Mas não faltam por aí exemplos. É questão de ir olhando com atenção pelos jornais e pelas revistas…

Comunicação empresarial ***** Dezembro 13, 2007

Posted by Luis Santos in Comunicação, Fotografia, Publicidade.
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Agora que acaba de ser anunciada uma nova fase de crescimento do Metro do Porto parece-me apropriado referir que, no âmbito das comemorações do 5º aniversário da empresa (7 de Dezembro), foi desenvolvido um projecto de comunicação curioso - cinco alunas do mestrado em Design da Imagem da Faculdade de Belas Artes fotografaram ‘andantes’ do metro segurando folhas com frases pré-escolhidas. O resultado final está no Flickr.

Imagens com emoção. (Aparentemente) amador. Barato.
Uma empresa atenta ao presente.
Uma empresa atenta aos seus utentes.
Ou então (e estas opções não se excluem umas às outras) uma empresa com uma estratégia de auto-promoção bastante eficaz.

Sugestão encontrada aqui.

O efeito dos jornais gratuitos Outubro 30, 2007

Posted by Sergio Denicoli in Imprensa, Publicidade.
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Ângelo Paupério, presidente executivo da Sonaecom, no relatório de contas da empresa, referente ao terceiro trimestre de 2007:

“O Público continuou a ser pressionado por um mercado muito exigente e com uma margem de crescimento bastante restrita. Depois de completar o seu processo de reestruturação, com uma poupança visível ao nível dos custos fixos, e depois do relançamento do novo jornal, o Público continua a enfrentar dificuldades no crescimento das receitas, em particular das receitas de publicidade, que sofrem o efeito da pressão dos níveis de circulação por via da concorrência gerada pelos jornais de distribuição gratuita. Pretendemos continuar a concentrar-nos na melhoria do desempenho comercial do Público, tanto em termos de circulação, como das receitas de publicidade.”

O relatório está disponível aqui para download (em pdf).

«A comunicação é um acto de sedução!» Outubro 23, 2007

Posted by Madalena Oliveira in Publicidade.
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Ouvir. Seduzir. Partilhar. Estes são, para Carlos Coelho, uma das maiores referências nacionais na gestão de marcas, os princípios das marcas. De acordo com o especialista, que esteve ontem na Universidade do Minho, a convite do Departamento de Ciências da Comunicação, para conduzir um seminário de Publicidade & Relações Públicas, «as pessoas adoram dizer que odeiam marcas», mas «os consumidores são mentirosos e esquizofrénicos».

Uma marca é, considera Carlos Coelho, «aquilo que está acima da média; é uma relação de lucro». Talvez por isso, «as marcas são muitas vezes linchadas por serem consideradas sinais exteriores de riqueza».

Numa sessão em que falou do valor intangível das marcas, Carlos Coelho insistiu na ideia segundo a qual «a marca é uma relação com as pessoas» [«As marcas não são transacções; são relações»].

(Carlos Coelho é fundador e presidente da Ivity Brand Corp e o responsável pela visibilidade de marcas como Multibanco, Vodafone/Telecel, Yorn, CTT, RTP e GALP Energia.)

Livre acesso ao NYTimes e ao IHTribune Setembro 18, 2007

Posted by Manuel Pinto in Imprensa, Internet, Publicidade.
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“Os montantes das assinaturas ficam aquém dos potenciais rendimentos obtidos através da publicidade que advêm do maior tráfego de um site aberto”. É deste modo que o New York Times (NYT) justifica a decisão de tornar livre o acesso a conteúdos do seu site que eram até agora pagos.

A medida estende-se também ao International Herald Tribune, detido pela mesma empresa.

Para o seu programa de assinatura do conteúdo de certos colunistas, TimesSelect, o NYT conseguira, em dois anos, perto de 230 mil subscritores, que proporcionaram rendimentos da ordem dos dez milhões de dólares anuais. Mas as projecções de crescimento levaram a empresa a concluir que esse não é o caminho do futuro. É que, quando há dois anos tomou a decisão de limitar o acesso, não previa o fluxo de potenciais leitores que motores de pesquisa como o Google e o Yahoo ‘despejam’ diariamente no seu site e que, encontrando motivos para o frequentar de forma mais intensiva e demorada, se convertem em alvos mais atraentes para os anunciantes.

É nessa linha que se compreende a outra medida também tomada e com efeitos a partir de amanhã: tornar livre o acesso aos arquivos do jornal nos últimos 20 anos, assim como de 1851 a 1922.

Cá, pelos vistos, as contas que se fazem apontam noutras direcções [com o Expresso online a destoar].

Julho 5, 2007

Posted by Manuel Pinto in Media, Publicidade.
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clique aqui.

Floribella no móvel. Quanto custaria? Abril 20, 2007

Posted by Luis Santos in Jornalismo, Publicidade, Weblogs.
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O primeiro episódio da nova série da Floribella foi promovido como tendo direito a apresentação antecipada na net e no telemóvel.
O apelo ao ‘fora do comum’ (o maior, o mais bizarro, o mais estranho, o mais novo…) continua a ser uma estratégia suficientemente eficiente para garantir os retornos comerciais e de imagem considerados aceitáveis pelas empresas que administram este tipo de produtos. O Big Brother - o primeiro - foi apresentado não apenas como um concurso televisivo mais como ‘a primeira novela do real’ e isso garantiu-lhe uma enorme projecção mediática em jornais, rádios e até TV’s concorrentes mesmo antes da primeira emissão.
Que os profissionais da Comunicação Estratégica ‘trabalhem’ os temas por forma a dar-lhes um ângulo jornalístico não constitui problema, muito pelo contrário.  Que os jornalistas - pressionados pelo tempo, escassez de meios, escassez de recursos, etc - só nos apresentem exactamente o que foi ‘trabalhado’ pela Comunicação Estratégica é que me parece problemático.
E quando nem mesmo as questões simples - neste caso em apreço, custos, acessos, tarifários - surgem respondidas no texto jornalístico há um largo vazio por preencher.
Temos os blogs, pois temos.
E, com tantos defeitos, valham-nos, ainda assim.
Miguel Vitorino, sabendo que este primeiro episódio pode ser visto de forma gratuita por força de um acordo entre a SIC e as operadoras, foi tentar calcular quanto custaria vê-lo no telemóvel às tarifas de mercado (tráfego avulso).
E o resultado parece ser esclarecedor; varia entre os 60 euros da Optimus e os 120 euros da TMN.

Encontrei a referência ao blog do Miguel Vitorino no Zone 41 (que a havia encontrado no do Paulo Querido).

Sinais de mudança Março 29, 2007

Posted by Manuel Pinto in Imprensa, Publicidade.
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“Online advertising spending in Britain overtook national newspapers for the first time in 2006, according to figures released today. Online spending grew by more than 41 per cent in 2006 to just over £2 billion, according to figures released by the Internet Advertising Bureau. (…)”.

in Online Press Gazette.

Publicidade “viral” Março 12, 2007

Posted by Manuel Pinto in Internet, Publicidade, Video.
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…ou de como a publicidade se faz hoje por outros caminhos e já não é o que era. Até este post entra na campanha.

Publicidade: revistas tiveram ano fraco nos EUA Janeiro 29, 2007

Posted by Sara Moutinho in Imprensa, Publicidade.
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O site Journalism.org publicou há dias um balanço do que foi 2006 para o segmento de revistas de informação geral nos EUA, no que diz respeito às vendas de espaço publicitário, e o resultado não é muito animador.

Overall, the broader trends in the industry appear to be a cause for concern. Time’s ad pages are down in the territory they were in early 1990s. U.S News’s ad pages are below where they were throughout the 1990’s. Newsweek’s are down to where they were in late 2001, after the 9/11 attacks.

Quanto ao tipo de anunciantes, a indústria farmacêutica e o sector de vendas a retalho foram os mais activos, tendo-se verificado uma quebra no número de anúncios publicados pela indústria automóvel.

Publicidade e causas sociais Janeiro 18, 2007

Posted by Helena Sousa in Academia, Publicidade.
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A publicidade a favor de causas sociais está não apenas a aumentar mas também a complexificar-se - esta é uma das principais conclusões da tese de mestrado “A publicidade a favor de causas sociais - Evolução, caracterização e variantes do fenómeno em Portugal”, da autoria de Sara Balonas, que será defendida amanhã (sexta-feira, dia 19), às 14h30, no Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho.
Orientada por Rosa Cabecinhas, da Universidade do Minho, a tese traça uma perspectiva diacrónica da publicidade social em Portugal – nos últimos 14 anos - e estabelece uma ligação entre o crescendo deste tipo de anúncios e a cobertura mediática às causas sociais, bem como a actualidade de temas como o marketing social e a responsabilidade social das empresas no espaço comunitário e mundial.
O trabalho será arguido por Paquete de Oliveira, Provedor do Telespectador da RTP.
Sara Balonas é docente convidada de Publicidade na Universidade do Minho e dedica-se à actividade publicitária há 18 anos, como copywriter e directora criativa, assumindo actualmente a direcção estratégica e criativa da agência de publicidade B+  de que é fundadora.