Play-station Maio 12, 2008
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Que aventura nos reservará para amanhã a Play-station do governo?
Mário Crespo, in Jornal de Notícias, 12.5.2008
Qual a melhor? Maio 10, 2008
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Qual a primeira página que melhor capta o acontecimento do dia, tendo em conta que se trata de um meio publicado no dia a seguir ao anúncio desse acontecimento?
Media portugueses e o ‘citizen journalism’ Maio 7, 2008
Posted by Manuel Pinto in Jornalismo.3 comments
“How Portuguese News Websites (don’t) use Citizen Journalism” é o título de um artigo que o blogger e freelance Alexandre Gamela escreveu para Oliver Carter, da Universidade de Birmingham.
[A adaptação em portugês foi por ele publicada em O Lago | The Lake, em duas partes: ler Parte 1 | ler Parte 2]
WAN divulga Barómetro das Redacções 2008 Maio 6, 2008
Posted by Manuel Pinto in Imprensa, Internet, Jornalismo.add a comment
The Editors Weblog anuncia a publicação do relatório Newsroom Barometer 2008 e publica alguns dos principais pontos desse estudo sobre tendências no jornalismo e nas redacções.
1: Presentation - main results, the integrated newsroom will be the norm
2: Multimedia, multi-skilled and integrated
3: The future of the press
4: Who participated in the survey?
5: Comments by John Zogby and WEF President George Brock
O ‘directo’ : “incentivo à preguiça” Maio 4, 2008
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” (…) Os serviços de notícias dos três canais ditos ‘generalistas’, sem excepção, são cada vez mais divertimento e espectáculo e cada vez menos informação. Desapareceram os comentários inteligentes e informados. Foram-se os especialistas que podem ajudar a compreender. Acabou o recurso a documentação e arquivo que permita colocar os factos em contexto e percebê-los melhor. A explicação serena e fundamentada foi abolida. (…) O ‘directo’ é o maior incentivo à preguiça que se conhece. Dispensa trabalho e reflexão. Não precisa de inteligência ou estudo. É o que existe de melhor como veículo de emoções, até de histerismo. É finalmente o factor de mutação da notícia em espectáculo. É a autorização para não pensar nem investigar. É a troca deliberada, feita pelos editores e pelos jornalistas, de reflexão, do estudo, da investigação e da edição, todo este trabalho que deveriam ser os pergaminhos do jornalismo, pela aparência do imediato, do espectáculo, da concorrência entre canais e do despacho. É o reino das emoções em directo, o contrário mesmo do que deveria ser o bom jornalismo. O ‘directo’ não é a causa primeira, mas é o instrumento de degradação da televisão. É, sobretudo, a destruição da informação e da inteligência.(…)”António Barreto, A arte da irrelevância, Público, 4.5.2008
Índice europeu de interactividade Maio 1, 2008
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A partir de um trabalho que aplicou um conjunto de indicadores de interactividade a sites de jornais ingleses, Paul Bradshaw, do Online Journalism Blog, com um grupo de jornalistas de diversos países, criou o News Interactivity Index, que reune já cerca de três dezenas de títulos de imprensa na Europa e que permite comprar os vários indicadores entre pares de títulos. Fiz o exercício comparando o Diário de Notícias e o Público. O resultado é esclarecedor. E importa dizer que o Público não fica nada mal no panorama europeu.
É possível colaborar neste projecto alargando o leque de jornais representados.
Informação complementar:
News interactivity index
European News Interactivity Index
Jornais online e interactividade Maio 1, 2008
Posted by Manuel Pinto in Internet, Jornalismo, Publicações.add a comment
Acaba de ser publicado mais um número do Journal of Computer-Mediated Communication (vol. 13, nº 3, relativo a Abril). De entre os artigos, destaco:
‘Citizen journalism’ Abril 29, 2008
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O número que acaba de sair saiu em 2005 dos Nieman Reports trata o ‘citizen journalism’:
Uma oportunidade para o jornalismo Abril 29, 2008
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Em “Journalism: A Toxic Culture? (Or: Why Aren’t We Having More Fun?)“, Amy Garhan, do Poynter.org, enuncia algumas atitudes e assunções correntes entre jornalistas acerca do seu métier; confessa que já não tem muita paciência para alguns desses posicionamentos; e faz um apelo a que apliquem ao seu campo profissional aquilo que é suposto possuirem relativamente ao exercício do jornalismo: curiosidade e interesse pelo que acontece à sua volta.
Isto porque…
“(…) right now is a time of immense opportunity for journalism and journalists to take on a broader and even more vital role in society. It’s a chance for journalists to not only continue doing good work, but maybe also to have more impact than ever before. If they can make this progress within updated, adapted news organizations, fine. But if not, they can find ways to do it independently, collaboratively, or by founding new supporting institutions or businesses.”
Publicidade no impresso e online: tendências Abril 28, 2008
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Fonte: Advertising Age /Newspaper Death Watch

Fonte: eMarketer.com
“Cuidado com a informação” Abril 27, 2008
Posted by Manuel Pinto in Jornalismo, Ética.add a comment
“(…) É, de facto, difícil explicar tão eloquentemente por que é que mostrar apenas uma parcela da realidade pode muito bem ser uma forma de mentira. Para não se ser ludibriado por ela, torna-se necessário, como diz o anúncio, ter muito cuidado com a informação que se recebe. Tarefa difícil, evidentemente. É que “há centenas de formas de manipular notícias na imprensa. E outras centenas na rádio e na televisão. E sem dizer mentiras”, afirmou Ryszard Kapuscinski, durante um diálogo com os participantes num congresso realizado em Itália há alguns anos, transcrito em Os cínicos não servem para este ofício. Conversas sobre o bom jornalismo, um magnífico livro, de leitura muito acessível, acabado de editar pela Relógio d’Água. (…)”.
[Ler o texto completo de Eduardo Jorge Madureira Lopes, hoje publicado no Diário do Minho, no blogue de apoio].
Justiça ou vingança? Abril 24, 2008
Posted by Manuel Pinto in Jornalismo, Media.3 comments
O Ponto de Análises já chamou a atenção para um debate que ocorre no Brasil relativamente ao sensacionalismo com que uma boa parte dos media daquele país tem coberto a morte de uma criança, num caso que tem servido para lançar suspeitas sobre (e julgar) os próprios pais. O assunto é também objecto da análise de Carlos Chaparro no seu Xis da Questão. Como o assunto (justiça e vingança, media e tribunais, vida privada e vida pública) é bem relevante, também entre nós, vale a pena deixar aqui o link para o vídeo:
Encontro Nacional de Freelance e Precários Abril 24, 2008
Posted by Manuel Pinto in Jornalismo.add a comment
O Dia da Liberdade de Imprensa deste ano (3 de Maio) é aproveitado pelo Sindicato dos Jornalistas (SJ) para organizar em Lisboa, entre as 14 e as 17 horas, um Encontro Nacional de Jornalistas Freelance e Precários. A iniciativa decorrerá na sede do SJ e é aberta aberta a sócios e não sócios que sejam “profissionais em regime de trabalho independente, situação de recibo verde, trabalho à peça, contrato a termo ou outras situações de precariedade”.
São os seguintes os objectivos do Encontro:
- Diagnóstico da situação quanto às condições dos freelance e às diversas formas de precariedade, a quantificação e a distribuição do fenómeno;
- Caracterização de problemas específicos, designadamente a retribuição de trabalhos (tabela de honorários) de freelance e colaboradores à peça; as condições de entrega/aceitação de trabalhos realizados em regime de trabalho independente; os direitos de autor; a situação de falso “recibo verde”; e as garantias em domínios como os acidentes de trabalho, segurança social, saúde e fiscalidade;
- Debate sobre medidas, especialmente soluções (individuais e colectivas, de curto, médio e longo prazo), como regulamentos sobre condições de entrega e aceitação de trabalhos, tabelas de honorários mínimos, as obrigações das empresas e as garantias dos jornalistas precários;
- Melhoria do apoio do SJ aos jornalistas freelance e precários, especialmente quanto às obrigações do Sindicato face aos seus sócios, bem como soluções para a quotização específica dos precários e para serviços e benefícios específicos para estes grupos.
Bom senso…e sensibilidade Abril 22, 2008
Posted by Luis Santos in Jornalismo, Televisão, Ética.add a comment
Assunto: declarações de Marcelo Rebelo de Sousa à RTP sobre a crise no seu partido.
Espaço: Jornal da Noite, na SIC.
Tempo: Passava pouco das 20h10 de ontem…altura em que finalmente alguém resolveu abandonar um directo com o presidente de um clube de futebol que disse que foi dizer umas coisas a um sítio e que aconselhou todos os que lhe dizem coisas todos os dias a seguirem o mesmo caminho…ir ao tal sítio, dizer as tal coisas (…desnecessário comentar).
É uma prática quase institucionalizada - para uma ou outra notícias é necessário recorrer a imagens de um canal da concorrência. Segue o pedido, chegam as imagens, agradece-se e, depois, faz-se tudo para diluír ao máximo a indicação de proveniência.
Há mesmo quem, nas redacções, me tenha dito que a situação ’só se resolve’ chegando o logo da empresa proprietária das imagens mais para o centro.
Mas não poderia resolver-se de outra maneira?
Os acordos de auto-regulação que, em momentos de maior aperto por parte das entidades reguladoras, os operadores nacionais tendem a querer fazer não podiam estabelecer regras claras?
A entidade reguladora andará atenta?
Bem sei que pode facilmente dizer-se que é uma questão menor; uma questão gráfica, ou de estilo.
Mas não é.
É uma questão de educação.
E os telespectadores lá passam alguns segundos a tentar perceber que letras são aquelas por debaixo das letras da estação emissora.
Nota: O exemplo é da SIC, mas é isso mesmo - um exemplo. RTP e TVI adoptam procedimento semelhante.
«… é um erro definir o jornalismo com base em quem o pratica.» Abril 21, 2008
Posted by Madalena Oliveira in Jornalismo.add a comment
Numa entrevista publicada hoje no P2 (Público), Jeff Jarvins, autor do blogue Buzzmachine, aponta soluções para reinventar o jornalismo na era do digital: «ouvir mais os leitores, fazer deles repórteres, hiperlocalizar».






