Como defender as marcas dos blogs Fevereiro 27, 2008
Posted by Luis Santos in Audiência, Comunicação, Economia, Media, Participação, Publicidade, Weblogs.6 comments
Exactamente.
Exactamente assim.
Este é o destaque da revista especializada Meios&Publicidade, onde se afirma o seguinte:
As marcas estão agora mais expostas a ataques provenientes de blogues. Explicamos, num tema destacado na capa desta semana do M&P, que através de uma boa gestão, as marcas poderão tirar dividendos.
Como diz Paulo Querido o facto de alguém ter concebido um tema com este enfoque pensando, naturalmente, que ele agradaria aos seu grupo seleccionado de leitores sinaliza, de forma veemente, duas realidadas (ambas preocupantes):
1. Empresas (e empresários) haverá que entendem os seus potenciais clientes como ‘atacantes’, necessitando, portanto, de (novas) práticas de ‘boa gestão’ para voltar a poder ‘tirar dividendos’;
2. (alguns) Especialistas da comunicação estratégica continuam a pensar nos blogs como uma espécie de ‘episódio momentâneo de interferência’, coisa perturbadora, mas que se resolve…
OberCom: privatização do consumo de cinema Fevereiro 13, 2008
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Cinema.add a comment
“Um acentuado e generalizado reforço do processo de privatização do consumo de conteúdos cinematográficos na esfera doméstica, transversal à sociedade portuguesa”. Este é, em termos gerais, um dos principais resultados apurados num estudo agora divulgado pelo OberCOM e elaborado por Rita Cheta e Rita Espanha. O estudo, intitulado “Cinema em Ecrãs Privados, Múltiplos e Personalizados: Transformação nos Consumos Cinematográficos“, baseou-se nos dados do Inquérito Sociedade em Rede 2006, aponta para a “coexistência de várias gerações tecnológicas de consumidores de conteúdos cinematográficos, e apresenta uma realidade portuguesa de dupla face, onde, a par dos processos de mudança, coexistem os processos de resistência à mudança”. São definidos quatro perfis de consumidores:
- Não consumidores - “cine-excluídos” - “é um perfil residual e em desaparecimento”.
- 1ª geração tecnológica - “cine-convencionais” - “é um perfil em erosão. Caracteriza-se pelo convencionalismo nos seus modos de consumo cinematográficos, de tipo massificado e em mono-plataforma (TV)”.
- 2ª geração - ‘’os cine-integrados‘’ – “é o perfil maioritário. Caracteriza-se pela forte penetração do consumo de DVD na esfera doméstica e da regularidade intensiva do seu uso. Forte domiciliação dos consumos, contudo combinada com idas mais ou menos ocasionais às salas de cinema. É um perfil ainda herdeiro do consumo massificado e estandardizado de conteúdos culturais em geral, e cinematográficos em particular”.
- 3ª geração tecnológica - “cine-inovadores” - “é um perfil minoritário mas em crescimento e afirmação. Caracteriza-se pela multiplicidade, personalização, interactividade e inovação nos seus modos de consumo de conteúdos cinematográficos. É neste perfil que as características de mobilidade dos equipamentos tecnológicos para visualizar conteúdos de cinema e multimedia se colocam com maior acuidade, através da expressão de desejo futuro na procura activa em adquirir equipamentos e plataformas móveis de alta definição para conteúdos multimedia”.
A Optimus e os blogs Fevereiro 10, 2008
Posted by Luis Santos in Audiência, Comunicação, Economia, Publicidade, Weblogs.5 comments
A campanha de mudança de imagem da Optimus foi uma operação gigantesca e abrangente - pré-anunciou-se (com teasers), anunciou-se de forma massiva no ‘dia D’ e mudou-se a imagem da empresa em todos os suportes de uma vez só. À boa maneira de quem vende - o que quer que seja - também esta foi anunciada como ‘a maior operação’ do género em Portugal.
Como geralmente acontece também, nem tudo terá agradado a todos.
Carlos Andrade foi - tanto quanto sei - um dos primeiros a escrever sobre o assunto com um tom ‘menos adequado‘ (se quisermos ver isto do ponto de vista da empresa).
O assunto teria ficado assim mesmo, não fosse dar-se o caso de, a dada altura, uma pesquisa no Google em Português com a expressão ‘nova optimus’ apresentar os dois posts do ‘Karlus’ no topo dos links não institucionais. O que se seguiu está muito bem explicado num post que se recomenda vivamente do próprio Carlos Andrade - curioso com o tipo de comentários que estavam a aparecer nos tais posts, resolveu averiguar e chegou em três tempos a uma ligação muito forte à agência responsável pela campanha - a EURO RSCG. (E o blog do Karlus não foi o único a merecer a atenção dos ‘bloggers anónimos’, tão rendidos às virtudes da campanha da empresa).
Há, neste exemplo, claramente duas observações distintas a fazer: a) os blogs já não são - à escala nacional - terreno dispensável numa operação deste tipo; b) a aproximação aos blogs não tomou em consideração o espaço individual e a sua identidade específica tratando tudo e todos de forma idêntica.
Há, em todo este caso, portanto, uma assombrosa dose de uma mistura explosiva - ingenuidade + soberba.
Escrevendo sobre o assunto, Paulo Querido, diz o seguinte:
As débeis tentativas de contra-marketing foram feitas de forma ingénua, tomando a blogosfera como um conjunto de imbecis sem meios de identificar a acção e se protegerem dela.
(…)
Não há massas na blogosfera nem comunicação vertical: há indivíduos que conversam. Ou se conversa com eles, ou não - a escolha é esta. Se se decide conversar, não se tratam todos por igual, dirigindo-se-lhes por tu e com uma linguagem infantil - sem reparar sequer que o blogger em questão tem mais de 30 anos, um ou dois graus académicos e alguns milhares de textos publicados.
Como refere ainda o Paulo Querido, um dos bloggers ‘atacados’ pelos anónimos, Bruno Ribeiro, rematou a sua experiência com um texto em que dá seis conselhos às empresas que queiram relacionar-se com blogs:
1. Se não conhece as regras do jogo, fique de fora a assistir.
2. Seja honesto e transparente.
3. Converse, não venda.
4. Relevância é a palavra-chave.
5. Os blogs não são mais um canal de marketing.
6. Respeite e será respeitado.
Sensato, não?
Imprensa atrai menos portugueses Janeiro 18, 2008
Posted by Luis Santos in Audiência, Economia, Imprensa.1 comment so far
A Marktest divulgou os resultados mais recentes do Bareme Imprensa e percebe-se que a audiência média está em decréscimo (mitigado, ainda assim, por certo, pelo crescimento no sector dos gratuitos) e que a quebra é mais visível nos jornais do que nas revistas.

PS: Aparentemente, dos mesmos dados pode fazer-se uma leitura quase inversa. Mas manter-se-á ainda válido o que aqui o que Manuel Pinto escreveu no final do ano passado a propósito da confusão instalada sobre esta matéria.
Idade: factor crítico no consumo de TV Janeiro 9, 2008
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Televisão.add a comment
Atentemos nos dados mais recentes da Marktest, que nos indicam que cada português com quatro ou mais anos viu em média 3 horas, 29 minutos e 36 segundos diários de televisão, em 2007. Os quadros seguintes, aos quais faremos abaixo alguns comentários, referem-se à comparação com 2006 do tempo médio de consumo de 2007 e à evolução do tempo gasto com a TV pela população mais idosa nos últimos anos:
Olhando os dados com atenção, três aspectos ressaltam:
- A televisão continua a ocupar uma parte significativa do tempo de lazer dos portugueses, em especial dos mais idosos e dos mais pobres (5 horas, 10 minutos e 51 segundos em média, para os maiores de 64 anos e 4 horas, 18 minutos e 51 segundos em média, para a classe D). A fazer fé nos números do Mediamonitor, em termos globais, não se regista uma mudança assinalável, por efeito, por exemplo, do tempo ocupado com a Internet.
- Onde se está aparentemente a registar uma mudança que vale a pena seguir com atenção é nos segmentos de audiência mais novos (menos de 25 anos): além de já serem dos grupos que registam mais baixos índices de consumo televisivo, em termos absolutos, a tendência é para a descida, quando se compara com os dados de 2006. Poderá haver aqui claramente um efeito de deslocação de consumos, em benefício do online e dos jogos.
- Um caso que merece igualmente atenção especial diz respeito aos idosos (com 65 anos ou mais). Já sabíamos que é o grupo que mais TV consome, bastante distanciado de todos os outros. A perspectiva temporal - considerando a série de dados relativa aos últimos cinco anos - revela que a televisão não tem parado de crescer, sugerindo um cenário porventura dramático que só não vê quem não quiser.
Jornais em auto-análise (not) Janeiro 8, 2008
Posted by Luis Santos in Audiência, Imprensa, Jornalismo, Participação, Regulação, Ética.add a comment
Porque há dias assinalámos aqui a proposta de uma actuação mais dinâmica do novo Provedor do jornal Público e fizemos eco da iniciativa ‘El Mundo por dentro’ importará dar também conta de um movimento em sentido contrário.
O Baltimore Sun vai trocar o seu provedor por um blog, onde os leitores podem apresentar questões, que serão respondidas pelos vários editores. Há, naturalmente, mais do que uma leitura a fazer sobre esta atitude mas penso que a nenhuma delas pode escapar a imagem de uma visão estreita sobre o papel do provedor e a desvalorização de um relacionamento multi-facetado com os leitores.
Anda muita poeira no ar…
Sugestão recolhida no The Editorialiste.
“O que é nacional é bom”? Novembro 16, 2007
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Televisão.add a comment
A programação televisiva produzida em Portugal representou, nos primeiros nove meses deste ano, cerca de 56 por cento da programação dos canais de sinal aberto, segundo dados da Mediamonitor da Marktest (acesso mediante registo).
Os 56 por cento correspondem a 12 628 horas de programas num total de 22 503 horas de programação emitida pela RTP1, RTP2, SIC e TVI (excluindo publicidade e espaços de autopromoção).
No entanto, analisada do ponto de vista da atenção que a audiência lhe dedicou, essa produção representou perto de dois terços da programação consumida.
A tendência dos últimos anos aponta no sentido do reforço crescente da produção portuguesa.
Excelente seria se se aplicasse aqui o conhecido slogan “o que é nacional é bom”.
O peso dos mais pobres e dos mais idosos Outubro 4, 2007
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Televisão.add a comment
Tem aumentado o consumo de televisão, de acordo com o Mediamonitor da Marktest. Os menos abastados e os mais velhos são os maiores conumidores.
Outras rotinas Outubro 2, 2007
Posted by Luis Santos in Audiência, Futuro, Jornalismo, Leitura, Participação.add a comment

A imagem que Dario Gallo, editor executivo da revista argentina Noticias e autor do Bloc de Periodista, nos apresenta ilustrará, sobretudo, a forma como mudou o seu próprio acesso e interacção pessoais a/com produtos informativos na última década, mas pode também (se formos cautelosos e se assumirmos escalas flexíveis) reflectir as profundas alterações de rotinas em curso.
Uma nova relação com os leitores Agosto 20, 2007
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Jornalismo, Participação.1 comment so far
O diário francês Libération dedica hoje um pequeno dossier ao tema da relação entre o jornalismo e os cidadãos (um assunto incluído na lista de assuntos que para o jornal são indicadores de uma ‘mudança de era’). Entre as peças inclui-se o editorial do director.
* Droit d’intervention, Editorial de Laurent Joffrin
* Les sentinelles de CentPapiers, un site de Montréal recense aujourd’hui 250 rédacteurs bénévoles.
* Le «regard témoin» de NowPublic: Basé à Vancouver, le site joue la carte des cyberreporters locaux.
* Olivier Trédan, chercheur: «On laisse le public produire, mais on garde le dernier mot»
Do editorial, este extracto:
“L’écriture de l’information, petite ou grande, demande discipline, savoir-faire et longues journées. Tout citoyen est capable de le faire : il doit toutefois s’y consacrer entièrement, à l’image d’un professionnel. Faute de quoi, comme le montre notre enquête, la rumeur et la fausse nouvelle viennent infester la «contre-information» bien plus vite qu’elles ne se manifestent dans le «journalisme officiel». Ainsi la première complétera le deuxième. Il ne le remplacera pas. Non, le journalisme se sauvera d’abord lui-même. Dans les efforts pour préserver ou conquérir l’indépendance face aux pouvoirs, bien sûr. Mais surtout dans l’établissement d’un lien nouveau avec les lecteurs, les auditeurs et les spectateurs. Un lien où l’humilité et la rigueur des journalistes deviennent la règle et le droit d’intervention des lecteurs la coutume. Un lien égalitaire, où ceux qui émettent l’information ne sont plus en surplomb par rapport à ceux qui la reçoivent. A cette condition seulement, les citoyens se réconcilieront avec leurs médias. Et les médias survivront.”
Correio da Manhã lidera também em audiência Julho 10, 2007
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Imprensa.add a comment
Durante anos, Correio da Manhã e Jornal de Notícias disputaram ombro a ombro a liderança da circulação dos diários generalistas. Depois, o CM manteve-se e o JN desceu. A seguir, o CM baixou ligeiramente, mas o concorrente não subiu. Porém, mantinha sempre a margem para afirmar: “…mas somos líderes em audiência”. E eram. Há muito tempo. Pois esse dado deixou de ser verdadeiro. Os dados da audiência (Bareme Imprensa, da Marktest) indicam que, também neste plano, o Correio da Manhã bateu o JN, no segundo trimestre deste ano.
O próprio CM que, naturalmente, dá destaque ao Bareme, publica umas tabelas que mostram os dados mais recentes:
‘Top ten’ de publicações pagas com mais leitores
- Correio da Manhã – 983 000
- Jornal de Notícias – 942 000
- DECO/Proteste – 863 000
- A Bola – 727 000
- Record – 701 000
- Visão – 673 000
- Expresso – 597 000
- TV 7 – 597 000
- Maria – 596 000
- Nova Gente – 557 000
Diários generalistas: audiência média no 2º trimestre 2007:
- Correio da Manhã – 11,8%
- Jornal de Notícias – 11,3%
- Público – 4,4%
- Diário de Notícias – 3,9%
- 24 Horas – 2,8%
[complemento, em 11.07:
- Metro - 7,5%
- Destak - 7,2%]
Diários desportivos - audiência média no 2º trimestre 2007:
- A Bola – 8,7%
- Record – 8,4%
- O Jogo – 5,7%
- Diário Desportivo – 0,9%
Semanários - audiência média no 2º trimestre 2007:
- Expresso – 7,2%
- Sol – 2,7%
Sobre esta matéria, seria compreensível que o JN, digamos assim, não fizesse título com uma matéria que lhe não é favorável. Mas o outro extremo é dar a informação da forma como dá. Registam-se aqui o título e os três primeiros parágrafos:
“Publicações semanais têm ganho leitores
Uma análise dos dados ontem fornecidos pelo Bareme -Imprensa, da Marktest, da audiência dos principais diários, semanários e revistas do mercado nacional, permite detectar que os leitores aumentaram nas publicações semanais no último trimestre. Nos diários de informação geral, o quadro não é uniforme.
Tanto os semanários de informação geral, o Expresso e o Sol, como as revistas, Visão e Sábado, sobem no trimestre Abril/Junho. No caso dos semanários o aumento é de 0.7%. O cenário no total dos jornais diários ainda é de quebra descem 1.6 %. Apenas o Correio da Manhã e o Diário de Notícias apresentam subidas nos últimos três meses em relação ao período anterior. O diário da Cofina cresce de 11.3% para 11.8% (983 mil leitores), conquistando, pela primeira vez, a liderança.
O Diário de Notícias, da Globalnotícias, regista mais 0.3%, de 3.6% passa a 3.9%, ficando mais perto do Público; o Jornal Notícias fica em segundo lugar no “ranking” com 11.3% (942 mil leitores). Perde duas décimas em relação a Janeiro/Abril.(…)”
“Do que o meu povo gosta”? Junho 1, 2007
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Televisão.5 comments
São dados relativos ao período Janeiro-Abril nos quatro canais de sinal aberto, acabados de divulgar pela Marktest e que nos proporcionam alguma informação sobre a relação entre a oferta e a procura de TV:


Telenovela, telenovela, telenovela: mais de um quinto (22,1%) dos telespectadores consome, ainda que esse género de programas represente apenas 10,7% do total da oferta televisiva.
Considerando como universo os residente no Continente, com quatro anos ou mais, verifica-se que aquilo que normalmente preenche o prime time das grelhas (novelas, publicidade e notícias) representa mais de metade do tempo de consumo total de TV (52%).
Ainda segundo a empresa, no mesmo quadrimestre, seria preciso considerar seis tipos de programas - para além dos três citados, também os filmes, os noticiários e as séries - para se conseguir cerca de metade do tempo total de oferta.As notícias são o género que apresenta melhor relação entre a oferta e a procura.
Como parece óbvio, não é apenas a o interesse dos telespectadores por certo tipo de propramas que influencia a audiência. É também - sobretudo? - o modo como se estrutura e ‘empacota’ os programas disponíveis para difundir. A confecção da grelha de programação parece ser, aqui, um factor decisivo. Por outras palavras: a hora a que se programa.
Entreter com… a dor dos outros Maio 30, 2007
Posted by Madalena Oliveira in Audiência, Televisão.add a comment
É bizarra, muito bizarra, a ideia do reality-show que uma TV holandesa se prepara para iniciar, “The Big Donor Show”, produzido pela Endemol. A ideia do programa é propor que um doente terminal escolha, durante a emissão de 80 minutos, um de três concorrentes a quem doará os seus rins. Bizarro! É o mínimo que se pode dizer de um programa que procura entreter… com a dor dos outros. Que pretende um programa deste tipo? Comover o público? Promover a generosidade e contribuir para o aumento dos transplantes de órgãos? Cativar audiências? Bizarro e perverso.
O que procuram os portugueses na Net Maio 23, 2007
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Internet.2 comments
A mais recente newsletter da Marktest publica alguns dados do Netpanel relativos aos termos mais procurados na Internet (base: portugueses de quatro e mais anos que navegam na Internet em suas casas). É interessante compará-los com os anos anteriores:



Um quarto do tempo já vai para a Internet Maio 17, 2007
Posted by Manuel Pinto in Audiência, Internet.add a comment
A notícia é dada hoje na newsletter da Meios & Publicidade, baseada no Estudo sobre Hábitos e Comportamentos dos Portugueses face ao Consumo de Meios, realizado pela Media Contacts: “O tempo dedicado pelos portugueses à internet tem vindo a crescer de uma forma significativa, sendo que, actualmente, (…) já representa 25% do total de horas dedicadas ao consumo de meios”.
Outras conclusões do mesmo estudo:
- o crescimento do consumo da internet “deve-se, sobretudo, à transferência do consumo do offline para o online”, dado comprovado pelo facto de “cerca de 30% da amostra ter referido que passou a consumir rádio e jornais online”.
- A internet foi o único meio que “nos últimos três anos cresceu em utilizadores”, sendo já o segundo “meio mais utilizado em número de horas”, isto apesar de “ainda só recolher 1,5% do investimento publicitário”.






