Parabéns, Expresso Fevereiro 20, 2008
Posted by Luis Santos in Imprensa, Jornalismo.trackback
O semanário português Expresso foi considerado um dos quatro mais bem desenhados jornais do mundo pela reputada Society for News Design.
Sobre o jornal do grupo Impresa o júri disse o seguinte:
Expresso is gentle and graceful. Cleanly designed pages are anchored by unusual graphics and powerful images that put an ingenuous and playful stamp on storytelling. Portugal’s National Environmental Month was illustrated by a winding green vine rising bottom to top on the front page and continuing throughout the issue — a remarkable twist.
Gentleness and intimacy are evident in photography, frequently large, up-close and beautifully reproduced. Expresso tells readers it’s in the loop and wants to take them along for the ride. Audacious spreads are playful. An ad with a donkey bled from one page to the adjoining one, with the unsuspecting donkey suddenly finding itself the target of a rifleman in an editorial photo. It’s a visual pun we’d like to think was intentional. It’s also a nod to confident, irreverent designers.
Video feito no ano passado pelo próprio Expresso sobre o seu design:
Parabéns, Expresso.
[Informação recolhida no ContraFactos]
Comentários
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Sem qualquer dúvida, principalmente quando olhamos para os jornais americanos pode-se dizer que o Expresso e mesmo o Público ficam a anos luz desta miséria visual. No domingo enquanto me entretia a ler e mais até folhear os kilos de papel das edições do New York Times e Los Angeles Times pensei nisto. Não era apenas a quantidade e agressividade publicitária que me incomodava mas era também a falta de inventividade na composição visual das ideias. As pranchas dos jornais parecem enormes borrões de tinta preta, grandes manchas antiquadas. Julgo que existe aqui um certo conservadorismo, que supostamente deve conferir uma maior formalidade e sonelidade à informação, mas sinceramente não funciona e contrasta abissalmente com o design da informação televisiva. Não posso deixar de concordar tambem com a capacidade de storytelling imprimida pelo fotojornalismo português, muito boa mesmo. E parabéns ao Expresso.
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