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As experiências de um Repórter de Guerra Junho 17, 2007

Posted by Felisbela Lopes in Jornalismo.
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Muitos foram os palcos de conflito armado por onde passou o jornalista da RTP Luís Castro: Cabinda, Timor, Guiné, Iraque… Significativo o número de reportagens resultantes desse seu trabalho: mais de quatrocentas. Imperdíveis serão certamente as “estórias” que estão por detrás das imagens retidas pelas câmaras de TV ou das palavras seleccionadas para reportar o que estava a acontecer. Depois de rever incalculáveis folhas dos blocos de apontamentos, de visionar várias centenas de horas de imagens em bruto e de trocar várias impressões com os repórteres de imagens que o acompanharam nessas viagens por cenários de conflito armado, Luís Castro passou para o papel as experiências mais significativas que vivenciou. O resultado desse minucioso trabalho está no livro Repórter de Guerra, editado pela Oficina do Livro.

A apresentação desta obra está agendada para a próxima quinta-feira (dia 21 de Junho) às 18h30 na FNAC-Colombo, em Lisboa, e será feita pelo jornalista e professor universitário José Rodrigues dos Santos (autor de uma tese de doutoramento sobre a temática do jornalismo de guerra) e pela escritora Margarida Rebelo Pinto.

Comentários»

1. EJM - Junho 17, 2007

“Escritora Margarida Rebelo Pinto”? Escritora?

2. SGS - Junho 20, 2007

Pois. Além disso, não percebo qual é o papel dela neste evento nem o porquê do marketing e comunicação ter misturado “alhos com bugalhos”. O José Rodrigues dos Santos faz sentido. Mas a Margarida…

3. Marco Ribeiro - Junho 22, 2007

Eu tive na Conferência ontem e posso-te dizer que a Margarida Rebelo Pinto é amiga de longa data do Luís Castro, foi ela que o ajudou a elaborar o livro, foi ela que o apresentou à Editora Oficina.
Se ela fez isto também com interesse, junto o útil ao agradável porque posso-te garantir que ela é mesmo amiga do Luís.

4. EJM - Junho 23, 2007

“eu tive”? Já não tem?

5. Marco Ribeiro - Junho 23, 2007

Isso é para desconversar?

6. EJM - Junho 24, 2007

É alertar para a necessidade de se fazer um uso correcto da língua portuguesa.

7. Marco Ribeiro - Junho 24, 2007

Veja lá não se engasgue.

8. EJM - Junho 24, 2007

Melhorou, mas, com uma vírgula a seguir a “veja lá”, tinha ficado melhor. Não lhe parece?

9. Marco Ribeiro - Junho 24, 2007

As vírgulas representam pausas nas orações, umas pessoas precisam mais delas outras menos. No meu caso, tenho fôlego para dizer a frase de uma vez, até porque é bem curta, mas compreendo que há outras que não tenham.

10. EJM - Junho 24, 2007

Não se aborreça.

11. João Machado - Junho 29, 2007

Deixem-se de tretas e apreciem o conteúdo do livro.
Acompanhei o Luis por algumas vezes na Guiné.
Sei o seu valor.
Apreciem o livro e deixem-se de erros ortográficos.