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O impressionante mundo dos jogos em rede Fevereiro 24, 2007

Posted by Manuel Pinto in Internet.
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O que faz um jornal errar tantas vezes? Fevereiro 24, 2007

Posted by Madalena Oliveira in Jornalismo.
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É, no mínimo, incompreensível que o Diário de Notícias volte a referir-se à bebé de Viseu pelo nome próprio. Que dúvidas ou hesitações pode implicar o ponto 7 do Código Deontológico dos Jornalistas? Lembramo-lo…

«(…) O jornalista não deve identificar, directa ou indirectamente, as vítimas de crimes sexuais e os delinquentes menores de idade, assim como deve proibir-se de humilhar as pessoas ou perturbar a sua dor.»

A extinção dos jornais Fevereiro 24, 2007

Posted by Madalena Oliveira in Jornalismo.
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«… jornais e jornalistas funcionam em circuito fechado. Escrevem para as fontes e para os colegas, como se os leitores bºai fissen aqueles para os quais trabalham, mas aqueles que têm o dever moral de os ler. Porque são superficiais. Confundem a construção das notícias com o relato do que dizem as partes em confronto, recusando a análise e comprometendo um jornalismo adulto e sofisticado. Porque têm demasiados preconceitos. Deixam de lado dezenas de boas histórias, etiquetadas como “popularuchas”, esquecendo que a grande distinção entre um jornal de referência e um popular não está na escolha das notícias mas no seu tratamento. Porque lhes falta agressividade. O jornalismo português não está a cumprir o seu dever de vigilância sobre os poderes - não irrita ninguém, não incomoda, é bem comportado, pouco curioso, insosso.»

João Miguel Tavares, DN

Os jornais do futuro Fevereiro 24, 2007

Posted by Madalena Oliveira in Jornalismo.
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«O jornal do próximo futuro poderá ter apenas uma folha dupla aberta, de plástico, do tipo dos que hoje a Plastic Logic produz, pesará cerca de 100 gramas e o texto que terá será um texto electrónico, transmitido em wireless e mudando durante o dia. O jornal poderá ter uma estrutura diária e partes que não são diárias, mas o fluxo noticioso será isso mesmo, um fluxo contínuo.»

«O que está a gerar a crise do jornal de papel é a sua impossibilidade de incorporar hipertexto, ou seja, de comunicar com todos os outros fluxos de informação que um jornal em linha pode utilizar: som, vídeo, arquivo, leitura em volume típica do hipertexto propriamente dito, tempo real.»

Pacheco Pereira, Público (p. 37)